1-Originalmente, as fontes não eram treinadas para o papel de transmitir informações. Eram ouvidos funcionários públicos, políticos e diretores de empresas. Este quadro só começou a mudar após a Segunda Guerra Mundial. Com a difusão das assessorias de imprensa, o contato de instituições e pessoas públicas passou a ser feito por intermediação de profissionais.
Inicialmente as assessorias foram recebidas com receio e desconfiança, algumas pessoas diziam que este cargo submetia o jornalista a uma censura da informação. A característica negativa mais notável extraída neste contexto é o fato de muitos repórteres considerarem os assessores tendenciosos em suas declarações e prejudiciais à disseminação de informação.
O lado positivo disso tudo é a oficialização das fontes, que podia ser útil até mesmo na divulgação da imagem institucional da empresa, o que transformou a maneira de pensar dos administradores. As empresas passaram a tratar as informações do público não apenas como assunto sério, mas como uma estratégia organizacional.
3- O jornalista (não só o assessor) é um intermediário para o público, e deve julgar isso como a um grande compromisso e gerir profissionalmente os conflitos de interesses que possam surgir. Deve valorizar a informação, tornando-a esclarecedora e útil ao avanço social. O repórter deve, antes de tudo, pautar-se pela ética, pois a credibilidade é o produto mais difícil de se recuperar para qualquer empresa ou pessoa que lide com responsabilidade com a informação.
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